Andam falando que nossos dados pessoais caíram na rede.
Casos para ilustrar os estragos provocados por vazamento de dados,
não faltam — dos magazines e lojas norte-americanas,
passando pelo site de relacionamentos extraconjugais Ashley
Madison, que vazaram os dados de clientes cadastrados, até o
escândalo do maior vazamento de dados da história
— o Panamá Papers, cujo escritório Mossack
Fonseca teve dados vazados de clientes. Mais recentemente,
não necessariamente em número de dados vazados, mas
pela repercussão, o caso da Cambridge Analítica,
tornou explosiva a discussão.
Mas essa sensação de terra de ninguém
está com os dias contados no mundo. A Europa saiu na frente
e, desde 25 de maio, o uso de dados de cidadãos e empresas
passou a ser protegido pelo General Data Protection Regulation
(GDPR) ou Regulamento Geral sobre a Proteção de
Dados.