Após um ciclo de quatro anos de
constante instabilidade política e econômica,
2019 deve começar, para o mercado de capitais, com uma
perspectiva de retomada firme dos negócios. Motivos
não faltam para o otimismo. O ambiente de crise promoveu uma
espécie de seleção natural corporativa,
deixando na ativa empresas mais bem preparadas. Também
existe uma grande possibilidade de recuperação do
ritmo da atividade econômica, e os juros estão em seus
patamares mínimos históricos, o que enseja a busca
dos investidores por diversificação do
portfólio para além da renda fixa tradicional. Do
novo governo, companhias, instituições financeiras e
investidores esperam a concretização da promessa da
condução de reformas que garantam o equilíbrio
das contas públicas e, consequentemente, a
atração de mais investimentos.