A indústria está dividida em relação
ao acordo de logística reversa, negociado há nove
anos e que envolve também o comércio e o
Ministério do Meio Ambiente. O acordo, cuja assinatura
está prevista para ocorrer hoje em Brasília,
estabelece um sistema de coleta e reciclagem de ampla gama de
produtos eletroeletrônicos - de celulares a geladeiras e
fogões.
A Eletros, associação que reúne grandes
fabricantes de linha branca como Whirlpool (dona das marcas
Brastemp e Consul) e Electrolux, não deve assinar o acordo.
"Não existe segurança jurídica",
disse ao Valor o presidente da Eletros, Jorge Nascimento.
Posição diferente tem a Abinee, que reúne
fabricantes de produtos de informática como Dell, HP e
Lenovo. "O acordo não apenas atende às
exigências legais, como traz segurança jurídica
às empresas", informou a entidade, em nota.