Espera-se que as questões ambientais sejam compreendidas
como pauta primordial ao desenvolvimento econômico
O evento ambiental em Brumadinho e todos os questionamentos
sobre regulação ambiental e de segurança de
barragens dele derivados geraram novos e relevantes elementos de
risco para a economia brasileira: inflação de demanda
de minério de ferro e desaceleração
econômica (caso haja múltiplas suspensões de
operações com barragens afetando percentual
considerável da população ativa
brasileira).
Entretanto, apesar de estarmos em 2019, nossas políticas
econômicas, com destaque para a monetária, continuam
em descompasso com nossas políticas ambientais.
No Comunicado do COPOM de 6 de fevereiro (e na Ata da 220ª
Reunião) sintetizando as conclusões que levaram
à manutenção da SELIC em 6,50% a.a.
1, não há referência a esses
possíveis riscos. Como esperado, contudo, o COPOM ressalta
que “os próximos passos da política
monetária continuarão dependendo da
evolução