As questões ambientais, com destaque para mudanças
climáticas, são assunto a ser avaliado por Bancos
Centrais e órgãos reguladores do sistema financeiro.
A razão para isso é lógica e relativamente
simples: riscos ambientais são riscos financeiros. Se a
estabilidade econômica de um país pode ser afetada,
reguladores e supervisores das políticas econômicas
devem, necessariamente, incluir a variável climática
em suas pautas.
Há 3 excelentes exemplos que comprovam essa nova
realidade: (i) a resposta do Presidente do Conselho de Dirigentes
do Banco Central
Norte-Americano1 a questionamento
feito pelo Senador norte-americano Brian Schatz em 18 de abril,
explicando como o Banco Central Norte-Americano usa sua autoridade
e seus recursos para preparar instituições
financeiras para eventos climáticos severos; (ii) a
"carta
econômica"2 publicada
pelo Banco Central de São Francisco,
Califórnia,3 em 25 de
março deste ano sobre mudanças climáticas; e
(iii) a Rede para