Países da América Latina se destacam como
prestadores de serviços de terceirização,
apesar de problemas burocráticos e de infraestrutura que
desafiam o maior crescimento do mercado
Com a crise financeira de 2008, a América Latina surgiu
como uma importante alternativa aos centros de
terceirização da Índia, da China e da
Malásia, e vem ganhando força desde então. A
proximidade territorial e o fuso horário semelhante ao dos
Estados Unidos, a afinidade cultural, os incentivos fiscais, a
desvalorização de moedas, como o real brasileiro e o
peso argentino, além do fato de a maioria dos países
ter como segundo idioma o inglês, favorecem o aumento da
demanda.
O crescimento econômico da região, com uma
série de fusões e aquisições de
empresas e, consequentemente, a consolidação e a
padronização de sistemas e processos, são
outros fatores que impulsionam o mercado.