Antes do início da conferência das Nações Unidas para mudanças climáticas, ocorrida em Doha, em dezembro de 2012, uma série de estudos realizados por organizações respeitáveis alertava que, mantido o atual grau de ambição no corte das emissões globais de carbono, o mundo estará quatro graus Celsius mais quente ao final do século, ou seja, o dobro do que os governos delinearam como objetivo nas conferências passadas.